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NOVO PROCEDIMENTO PARA PREENCHIMENTO FACIL

Novo procedimento, aprovado pela Anvisa, tem versão que pode durar até 4 anos

A vontade de ter uma aparência mais jovem faz com que a busca por procedimentos estéticos cresça cada vez mais. Os preenchedores injetáveis são, sem dúvidas, os mais populares. Seja na face, pescoço, colo ou mãos, os tratamentos trazem ótimos resultados e são considerados minimamente invasivos, com poucos efeitos colaterais.

E tem novidade nessa área, esse ano a Agencia de Vigilância Sanitária aprovou o Ellansé uma nova categoria de preenchedor facial que ainda oferece um efeito bioestimulador que estimula a produção do colágeno. Composto por um gel à base de água (carboximetilcelulose, já usada em muitos produtos para pele) com microesferas de policaprolactona, um polímero bioabsorvivel que pode ser usado em suturas e implantes no corpo humano.

“Similar ao preenchimento tradicional, ele apresenta um efeito imediato do preenchedor de rugas e sulcos profundos e da redefinição de contornos. Alguns meses depois essas microesferas de policaprolactona vão agindo e realizando o efeito bioestimulador de produção do Colágeno”, explica a dermatologista Mayanna Maia.

Como qualquer outro tratamento, não existe uma idade mínima para aplicação, isso depende da avaliação médica.  A cirurgiã-plástica Wanessa Sigiane explica que a pessoa precisa ter indicação e que o composto pode ser aplicado com objetivos diferentes, dependendo da necessidade de cada pessoa.

“O tratamento pode ser feito no sulco nasolabial (popularmente chamado de bigode chinês), nas dobras e linhas do queixo, lifting do arco da sobrancelha, aumento e reposição do volume perdido das bochechas e queixo e até na reparação do volume e melhora na aparência das mãos. Não é utilizado para aumento de lábios, rugas entre as sobrancelhas e flacidez de pálpebras. E ainda pode ser associado com outras técnicas”, explica ela.

A aplicação é simples, por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, aplica-se um anestésico local. Logo depois, o paciente pode voltar a quase todas as suas atividades normais, evitando apenas banhos quentes, exercícios por 24 horas e usar bastante protetor solar, além de não se expor ao sol por um período de 7 dias. A dermatologista Mayanna Maia faz um alerta para aqueles que devem evitar o tratamento: pessoas com alergias graves, diabéticas, com doenças autoimunes, grávidas e em período de aleitamento, não podem se submeter ao tratamento”.

Uma das grandes vantagens do produto é o tempo de duração do seu efeito. Encontrado em versões, que podem durar até quatro anos, são elas: Ellansé -S (1 ano), Ellansé-M (2 anos), Ellansé L (3 anos) e Ellansé- E (4 anos).

Foto: Divulgação

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